Missão

A AMPIF é uma organização profissional e científica sem fins lucrativos, composta por médicos que trabalham em Medicina Farmacêutica, geralmente na Indústria Farmacêutica.

A AMPIF articula-se com o Colégio de Medicina Farmacêutica da Ordem dos Médicos, entidade que congrega os Médicos com a Competência em Medicina Farmacêutica.

Fundada em 1989, a Associação dos Médicos Portugueses da Indústria Farmacêutica – AMPIF – é uma associação sem fins lucrativos, que tem como missão, a cooperação e desenvolvimento técnico e científico dos seus associados, bem como a disponibilização destas competências ao serviço das exigências técnica, ética e deontológica da Indústria Farmacêutica.

A AMPIF existe portanto, para defender o correcto exercício da Medicina Farmacêutica, ao serviço da Indústria Farmacêutica.

A AMPIF tem vindo, ao longo dos anos, a consolidar os seus objectivos e a aumentar consequentemente a sua viabilidade, visibilidade e idoneidade, junto de parceiros fundamentais como a Ordem dos Médicos, a Apifarma, Aprefar e o Infarmed.

Os Médicos da Indústria, são hoje por isso, uma realidade incontornável e um recurso fundamental das Companhias Farmacêuticas.

Os associados da AMPIF são responsáveis por todas as actividades técnico-profissionais de carácter médico, exercidas maioritariamente nos Departamentos Médicos das Empresas Farmacêuticas, como a Investigação Clínica, a Farmacovigilância, os Registos e Regulamentação de Medicamentos, assim como inúmeras acções de apoio e Formação Científica aos Departamentos Comerciais.

O reconhecimento da Competência em Medicina Farmacêutica pela Ordem dos Médicos, em 1997, foi para os associados da AMPIF um dos passos mais importantes na consolidação da carreira do Médico na Indústria. Para obter a Competência em Medicina Farmacêutica, o médico tem que estar inscrito na Ordem dos Médicos, ter uma experiencia efectiva de no mínimo 2 anos em pelo menos duas das seguintes áreas (I&D, Farmacovigilância, Aspectos médicos da comercialização de medicamentos e Assuntos regulamentares), efectuar uma discussão curricular e uma prova de avaliação de competências de acordo com o currículo anunciado pelo CEPM (Council for Education in Pharmaceutical Medicine).

A Componente Operacional e Comercial cuja ética não deve ser questionada pelo facto de a Indústria Farmacêutica assentar os seus dividendos em produtos relacionados com a Saúde, exige que, exactamente por esse motivo, as preocupações Éticas se apliquem de forma mais correcta e rigorosa.

Assim, é fundamental a existência de Competências Técnica, Científica e Ética, na estrutura organizacional das Companhias Farmacêuticas.

O reconhecimento destes requisitos, a sua aplicação e divulgação, é fundamental para uma maior transparência e credibilidade, não só das relações entre os Médicos e a Indústria Farmacêutica, como também para a consolidação e profissionalização do próprio papel do Médico da Indústria e da transparência e rigor da Indústria Farmacêutica.